segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

O Penhor da Sina

O PENHOR DA SINA
Efigênia Coutinho

Se todos os sonhos vagabundearem acima
Nada o mudará nas cores dum arco-íris
E nem perde da representação fiel a estima
Pelo fato de mostrar o sonho em tom faceiro!

Cabe dentro da rima o sonho que arremeço
Só não cabe ao ensejo dum grande soneto
Sendo assim, os sonhos que hoje acalento
Por estes quatorze versos que remeto;

Venho declarar, para toda a imortalidade
Os milhões de sonhos que tenho crescentes
e, aqui clamo, toda a síntese duma verdade!

Os sonhos nada tem de extravagante:
Vou sonhando apenas entre metáforas
Na sina duma luz mais brilhante!...

Balneário Camboriú
Abril,24,2007

7 comentários:

Francisco Silveira disse...

Os sonhos entre metáforas, muitas vezes são esclarecedores.
Obrigado por mais um dia de leveza e felicidade!
Abraços

Pinhal Dias disse...

Efigénia Coutinho; dá a conhecer o seu "Penhor da Sina" bastam catorze versos para arquitectar este lindo poema... O Poeta sonha e avança credibilizando o penhor da sina. Parabéns! Pinhal Dias - Amora - Portugal

•••✶Tengo alas para volar✶••• disse...

MUCHAS GRACIAS POR VISITAR MI BLOG! ...ESTOY MUY AGRADECIDA DE SUS PALABRAS....SALUDOS DESDE ARGENTINA!
¡LUZ!

Zé Maria disse...

Em dia de Carnaval, quero dizer-lhe que só é capaz de sonhar, quem conhece o sentir da própria vida.
E a cara Efigênia sabe - e bem - sonhar. E o seu sonhar leva-nos na Via Lactea do saber viver. É a sua Sina. Ainda bem. Pelo menos para mim.
Luso e fraterno abraço

José Carlos Brandão disse...

Um haicai para você:

Nas cores do arco-íris
a sintese da verdade
a luz mais blilhante.

Abraços.

Anônimo disse...

Sonho é vida , se não existisse o sonho não seriamos um zero absoluto ???O sonho move-nos, motiva-nos, faz-nos viver. Como dizia o poeta, o sonho comanda a vida...Bacio.Peter

Anônimo disse...

Querida Efigênia! Peço a Deus que continue a iluminá-la! Belíssima a homenagem, a nós, mulheres! Destaco: "
Pressinto ao mar tua canção,/
Vem sussurrando lembrança,/
Ecoando ao mar em mansidão/
E, eu, me faço toda canção..."
Abraços,
Maria Granzoto