quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Amor, seu Guia

Amor, seu Guia
Efigênia Coutinho

Mudo chamamento,olhos
de jade projetam raios
redondos, ternos e meigos
exclusivistas para o Amor!

Ao Sol, silencio rabiscado,
suave remanso exibido,
ondulando ao veludo
carinho e sua donaire.

Resplandece inteira
abrindo-se ao Sol,
aos sonhos de arrebol!...

Que ventos a conduzam
por heráldica fidalguia
sendo o Amor seu Guia!

Balneário Camboriú
Dezembro 2007

8 comentários:

Anônimo disse...

Sigo a Efigenia en casi todas sus publicaciones.Admiro en ella su fecundidad poética que le hace convertir en un poema lo mas insignificante de la vida.TODO PARA ELLA ES UN POEMA. Pienso que ya no es AMADORA sino una profesional lírica pues emplea con acierto técnicas poéticas.
Un saludo desde Chile,de una bloguista.

Ruth
http://ruthy-mispoemas.blogstop.com

Álvaro Andrade disse...

obrigado, Efigênia!

confesso que as coisas andam um tanto largadas pelos meus blogs, mas quaçquer hora levo tudo mais a sério.

depois volto aqui com mais tempo, mas gostei do que li de relance.

Abs.

Adrian LaRoque disse...

O amor sempre é um bom guia.

Cotovia disse...

...e quando se perde o amor! No lugar do sol uma pedra, escura e fria!...o desalinho de uma alma perdida, de quem o amor foi sempre o seu guia.

Beatriz disse...

Mais uma vez aqui no teu mundo onde a Poesia nos acolhe no seu seio de mãe amorosa, e nos alimenta a alma e nos fortalece o espírito, e sacia nossa sede de belos versos. Tão prazeroso estar aqui, minha querida!

Atualizei a leitura para mais uma vez encantar o olhar e enternecer o coração. Grata pelos poemas que nos ofertas na tua generosidade de saber que os versos que saem do coração, pertencem ao mundo.

Fica meu carinho numa orquídea lilás enfeitando o teu coração.

mundo azul disse...

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...e há guia melhor e mais luminoso que o amor?

Bonito!!!

Beijos de luz e o meu carinho, Efigênia...

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Sabatino Di Giuliano disse...

i tuoi versi come carezze
un bacio
saba

Anônimo disse...

cá estou Efigénia com gratidão pela visita. Gosto deste blog, aliás já cá tinha vindo antes dessa ida para nova york, salvo erro.Os poetas e a poesia acabam sempre por voltar, encontrar-se , talvez a sensibilidade tenha os seus genes próprios, talvez irmãos uns dos outros.Há uma alma ,um conteúdo como neste poema de vinho e aisque lhe dá beleza e calor.
Beijinhos Efigénia. Bacio.Peter